Centro Municipal Distrito Sul

Arquiteto
Área de terra
8.200 m2
Área construída
3.900 m2
Localização
Rosário, Santa Fé, Argentina
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Introdução

O Centro Municipal Distrito Sul Rosa Ziperovich foi criado como parte de uma operação urbana de alto impacto em uma cidade do vasto território como Rosário, um processo de descentralização e modernização municipal que tinha como objetivo promover a participação cidadã e aproximar a gestão do governo para os interesses e necessidades dos moradores, construindo de centros de desenvolvimento, transformação e conforto para os moradores. Este é um dos seis sedes criados pela municipalidade de Rosário para concretar o processo antes mencionado.

Para o projeto, o município convocou o renomado arquiteto Álvaro Siza. Este é o primeiro trabalho do Português na América do Sul. Nela se pode facilmente reconhecer o seu estilo, com um design de pureza estética sóbria e síntese formal.

O edifício é nomeado em honra do Cidadã Ilustre Rosa Ziperovich que lutou pela educação pública e direitos humanos.

Localização

A localização de cada centro foi concebido como um gerador de novas centralidades urbanas, com boa acessibilidade e recursos que lhes permitia tornar-se referentes sobre as áreas em que atuam. O Centro Distrito Sul está localizado em uma área da postergada da cidade , em uma área de 8.200 metros quadrados. As casas vizinhas terras são ocupadas por vivendas baixa, com uma altura predominante de seis metros, com linhas de árvores nas calçadas, formando uma paisagem urbana contínua.

Conceito

O edifício está inserido na paisagem urbana sem alterá-lo, como se tivesse sido sempre parte dela. Após o reconhecimento do ambiente, Siza respeitou sua horizontalidade e continuidade e desenvolveu a obra somente em um andar, com uma geometria que se identifica com a cidade grade. Assim evitou criar um edifício monumental mas sem renunciar o protagonismo de um edifício público.

A obra está localizada no chão, abraçando as bordas e se abrem em um ponto, convidando para entrar em praça cívica descoberta. O esquema é muito simples para facilitar o reconhecimento dos espaços para aqueles que trabalham ou visitam o prédio.

O Centro tem uma imagem serena, caracterizado por linhas retas e longas, paredes brancas com uma base de pedra cinza e grandes janelas.

Fiel ao seu estilo característico, Siza teve especial cuidado na iluminação natural e a extensão do espaço. Além disso, em sua obsessão com detalhes desenhou cada parte do projeto, incluindo o mobiliário.

Espaços

O edifício desenvolve-se em torno de uma praça cívica com um esquema simples e claro, dividido em duas áreas: uma sócio-cultural e outra administrativas.O vínculo entre espaços e atividades são facilitados pelo desenvolvimento de todo o programa em um andar.

O grande pórtico de entrada leva para a praça central, onde os vizinhos realizam atividades culturais ao ar livre.

O setor cultural coberto tem um auditório para 200 pessoas, totalmente equipado, salas multiuso e área de workshop.

O setor administrativo envolve quase por completo a praça e é acessado por ali. As fachadas são grandes janelas, que ligam o interior com o exterior. Junto as janelas estão as áreas de espera, delimitadas por um piso de madeira claro e um teto mais baixo. Ao lado desenvolve a circulação, preso a uma tira de escritórios e marcado por uma linha de colunas e pisos em mármore.

A luz natural é maximizada no prédio. Uma linha contínua de janelas ilumina a circulação por em cima do teto que cobre as áreas de espera, ademais das fachadas de vidro. Os escritórios têm janelas lado a lado e recebem luz através de suas portas de vidro que se conectam entre si e dão circulação.

Plantas

Fotos