Clube Noturno La Jacaranda

Arquiteto
Ano de Construção
1957
Localização
Acapulco, Guerrero, México
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Introdução

Félix Candela, um grande admirador de Eduardo Torroja, mostrou um interesse especial em conhecer as estruturas em laminares de concreto, como o resto dos grandes mestres da arquitetura laminar, não se limitou a otimiza o processo de construtivo de suas estruturas, mas sim converteu seu trabalho em um conjunto relevante de aspectos esculturais e audazes superfícies onduladas de aspecto escultórico, cuja esbeltes-resistência otimizaba.

O porto turístico mais famoso do México,é e tem sido Acapulco, os resorts turísticos mais importantes foram desenvolvidos na década de 50. Entre eles construíram o complexo “Presidente Acapulco” prisma típico da arquitetura moderna no período internacional. Ele foi projetado por Sordo Magdaleno. O hotel está localizado na zona costeira que se localiza na beira ao borde da baía.

Uma vez que o resort foi construído o arquiteto Sordo Magdaleno, convidou Félix Candela para a realização de uma cobertura para a boate que iria completar o hotel. Decidiu-se instalá-lo ali, já que as formas criativas do arquiteto, davam uma abordagem favorável com o mar.

Sua elegância e localização privilegiada, entre as rochas vivas de um jardim exuberante, formaram um belo conjunto. Do terraço do hotel pode ser visto como uma tartaruga jogada pela maré, desde o mar, o de uma vela tensionada pelo vento.

Localização

Av. Costera Miguel Alemán 89 Acapulco Acapulco, México. Foi demolido na década de 70.

Conceito

O pedido que recebeu Félix Candela era uma boate que aproximasse os ocupantes do hotel com o mar. Chegando na praia o edifício parecia um cobertor gigante que por uma rajada de vento seria formado uma cúpula tensionada e fixada em três pontos de apoio. Ele foi muito sábio de sua parte fazer uma boate de concreto totalmente aberta nas laterais.

Numa carta escrita em defesa do formalismo redigido na mesma época ao desenvolvimento do trabalho de Candela, salientaram a importância da intuição como uma forma de atingir a formas propostas de soluções.

Espaços

Este paraboloide abrangeu cerca de 300 m2, também era aberta diretamente ao mar aberto tendo um corte frontal de 45 graus, a tampa era formada com três pedaços de “hypar” ( paraboloides hiperbólicas), no qual a projeção triangular vertical formavam triângulos equiláteros de uns 18 metros de lado, o conjunto é adquire rigidez por três “reforços” que flui suavemente até pontos de apoio radiais.

Como podemos ver na planta, o‘interior ‘foi dividido em:

-Três plataformas para jantar

-Uma pista de dança

-Um bar

-Sala para músicos

-Adega

-Serviços de saúde

-Circulações

Também tinha uma espécie de corrimão e monte de pedra que separava a praia das plataformas e pista, fazendo uma verdadeira convivência do espaço em direção ao mar.

Estrutura e Materiais

Jacaranda foi considerado uma das estruturas mais avançada daquela época, porque estava formada por uma abóbada de aristas pela intersecção de três “hypar” apoiados em três pontos, e cobrindo uma planta ligeiramente triangular. Félix Candela colocou o vértice de cada paraboloide abaixo do ponto de encontro de sua aristas de interseção, o que origina que esta parte sejam côncavas e convexas.

Mais uma vez as cascas de concreto armado, defendiam a ciência no cálculo, esta permite fazer estruturas autoportantes, com espessuras realmente mínimas, assim como econômica e de fácil manutenção, como no caso desta capa.

Os pisos foram feitos de concreto, assim como as circulações que vão desde o hotel até as plataformas. A base ou item de cimento, foi feito de pedra, provavelmente vulcânica, como é possível ver nas fotos. As outras áreas de serviços, como a área de bar, banheiros e bodega, forma delimitadas de outro material, foram feitas de tijolos coberta de argamassa. Por outro lado, não havia a necessidade de fechar o espaço, devido ao clima quente do local, de modo que não há marcenaria.

Plantas

Fotos

Bibliografia

  • Félix Candela. Arquiteto. Seguí Buenaventura, Miguel. Ministério de Obras Públicas, Transporte e meio Ambiente. Espanha, Madrid. 1994.
  • Félix Candela 1910-1997. O domínio dos limites X. de Anda Alanis, Enrique. Taschen. Alemanha. 2008.